Por Demais Comungar com o Vento
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Poema em forma de quadrinho. Escrito por Nimbo com toda a sua liberdade des-mundada, o poema caiu nas patinhas do Mogüe, que decidiu ilustrá-lo com sua própria liberdade des-mundada. O resultado foi esta história sobre um exemplar único de humano que flutua de cabeça para baixo o dia todo, levado pelo vento. Que, além disso, muda de cor o tempo todo e fala de uma maneira própria dele, que ninguém, exceto alguns bichinhos desimportantes, consegue realmente entender. Ele não poderia ser mais incompreendido:
“Por demais comungar com o vento, disseram-lhe que ele devia era de ser um louco.”
O mundo verá nele uma metamorfose, e não mais um louco; eles vão acha-lo. Mas a pergunta que deixamos é: por quê? Por que se ele continuou sendo a mesma pessoa?
Texto: Nimbo
Ilustração: Mogüe
“Por demais comungar com o vento, disseram-lhe que ele devia era de ser um louco.”
O mundo verá nele uma metamorfose, e não mais um louco; eles vão acha-lo. Mas a pergunta que deixamos é: por quê? Por que se ele continuou sendo a mesma pessoa?
Texto: Nimbo
Ilustração: Mogüe